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Os príncipes sumiram

Este ano, no auge do período chuvoso, senti falta dos sapos. Isso mesmo. Os sapos não chegaram à garagem nem ao jardim de casa. Nunca imaginei que poderia sentir saudades desses bichos tão rejeitados pela maioria das pessoas. A ausência deles me fez refletir sobre o que teria ocorrido. Por que não voltaram neste ano como o fizeram no passado? Eram de diversos tamanhos. Alguns assustadores de tão grandes, mas mansos. Não se incomodavam com o latido estridente do Dexter (personagem de desenho animado, não confundi-lo com o policial serial killer da série homônima). Ele é um vira-lata puro sangue, adotado, havia pouco mais de três anos, por meu neto, João, e por meu caçula, Guilherme, e que se revelou um belo companheiro, amigo e muito carinhoso.
Percebi ainda que a casa não foi invadida pelos cupins alados, que infestavam a varanda de asas e tiravam a paciência quando chegavam à sala ou ao escritório. Talvez, sem a presença deles, os sapos tenham percebido que não valeria a pena incurs…

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